sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

PROTOTYPE 2

É um jogo de ação/aventura que foi lançado no dia 24 de abril de 2012. O jogo foi desenvolvido pelo estúdio canadense Radical Entertainment, e é a sequencia do jogo Prototype de 2009. O jogo foi lançado pelo proprietário da Radical Entertainment, aActivision. Neste jogo é apresentado um novo protagonista, que se chama James Heller, que tem a missão de destruir o vírus Blacklight. Na história, Heller quer matar Alex Mercer, o protagonista do primeiro Prototype, depois que sua família foi morta pelo vírus Blacklight. O jogo foi anunciado em 2010 pela Spike VGA Awards, com o slogan "o assassinato de seu Criador".


E aqui vai alguns gameplay caseiros







quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Monitores e suas Evoluções


O monitor é um dispositivos de saída do computador, cuja função é transmitir informação ao utilizador através da imagem. Porém são poucas as pessoas que se interessam por sua história. Nos anos 50, a televisão ainda era novidade. Os computadores ocupavam vários metros quadrados, e eram utilizados cartões perfurados para armazenar, e papeis impressos para exibir os dados. Estes computadores eram usados em grandes empresas, pois era inviável e inútil alguém ter um destes em casa. Naquela época, era ficcional existirem computadores pessoais, e também que estes tivessem uma interface gráfica (termo desconhecido na época).
A tecnologia começou a avançar cada vez mais, e com ajuda da tecnologia dos televisores, o monitor foi criado. Antes do monitor, foi desenvolvido o Teleimpressor, que exibia as imagens em uma tela de televisão, evitando assim um monte de impressões. O monitor só exibia as imagens dos códigos.
Utilizando os cabos dos videogames, a maioria dos computadores dos anos 70 usava os televisores para visualizar os dados. Foi nesta época que surgiram os computadores pessoais. No ano de 1970 foi lançado o VT05 com um teleimpressor embutido.
Nos anos 80 foram feitas mais adaptações em relação aos televisores, e os monitores passaram a exibir cores. Não eram muito variadas, mais foi um avanço importante. Foi nesta época também que surgiram os monitores de cristal líquido, que quando foram criados, eram somente usados em notebooks, pois eram muito caros e com eficiência igual a de um monitor comum.
Os monitores de tubo já perderam espaço no mercado, pois são grandes e consomem muita energia. Os monitores LCD evoluíram muito, melhorando a imagem e a economia. Atualmente são os mais vendidos.
O LCD é usado em celulares e até calculadoras. Uma das muitas funções do LCD é permitir uma maior interatividade, com o touchscreen. Esta função é relativamente nova, e está tomando conta do mercado. Com o touchscreen, basta tocar na tela e a função é executada.
Outra novidade nos monitores é o 3D. Com o monitor e uma placa de vídeo compatível, é possível criar o efeito 3D.
O futuro da projeção de imagens é o monitor holográfico. Este tipo de monitor ira criar um holograma com as imagens, sendo muito mais realista que o 3D, e não sendo necessários óculos.
Atualmente, os monitores podem ser usados para ver TV, e algumas TV’s usadas para conectar no computador. A tecnologia das TV’s e monitores está se unindo novamente.
Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia de amostragem de vídeo utilizada na formação da. Atualmente, essas tecnologias são três: CRT, LCD e plasma. À superfície do monitor sobre a qual se projeta a imagem chamamos tela, ecrã ou écran.

CRT (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios catódicos) é o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam no material fosforescentes que a reveste, assim formando as imagens.
Este tipo de monitor tem como principais vantagens:
1.    Longa vida útil;
2.    Baixo custo de fabricação;
3.    Grande banda dinâmica de cores e contrastes; e
4.    Grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na imagem).
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são:
1.    Suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode ter até 50 cm de profundidade e pesar mais de 20 kg);
2.    O consumo elevado de energia;
3.    Seu efeito de cintilação (flicker); e
4.    a possibilidade de emitir radiação que está fora do espectro luminoso (raio-x), danosa à saúde no caso de longos períodos de exposição. Este último problema é mais frequentemente constatado em monitores e televisores antigos e desregulados, já que atualmente a composição do vidro que reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas radiações.
5.    Distorção geométrica.

LCD: (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores.
Tem como vantagens:
1.    O baixo consumo de energia;
2.    As dimensões e peso reduzidas;
3.    A não-emissão de radiações nocivas;
4.    A capacidade de formar uma imagem praticamente perfeita, estável, sem cintilação, que cansa menos a visão - desde que esteja operando na resolução nativa;
As maiores desvantagens são:
1.    O maior custo de fabricação (o que, porém, tenderá a impactar cada vez menos no custo final do produto, à medida que o mesmo se for popularizando);
2.    O fato de que, ao trabalhar em uma resolução diferente daquela para a qual foi projetado, o monitor LCD utiliza vários artifícios de composição de imagem que acabam degradando a qualidade final da mesma; e
3.    O "preto" que ele cria emite um pouco de luz, o que confere ao preto um aspecto acinzentado ou azulado, não apresentando desta forma um preto real similar aos oferecidos nos monitores CRTs;
4.    O contraste não é muito bom como nos monitores CRT ou de Plasma, assim a imagem fica com menos definição, este aspecto vem sendo atenuado com os novos painéis com iluminação por leds e a fidelidade de cores nos monitores que usam painéis do tipo TN (monitores comuns) são bem ruins, os monitores com painéis IPS, mais raros e bem mais caros, tem melhor fidelidade de cores, chegando mais próximo da qualidade de imagem dos CRTs;
5.    Um fato não-divulgado pelos fabricantes: se o cristal líquido da tela do monitor for danificado e ficar exposto ao ar, pode emitir alguns compostos tóxicos, tais como o óxido de zinco e o sulfeto de zinco; este será um problema quando alguns dos monitores fabricados hoje em dia chegarem ao fim de sua vida útil (estimada em 20 anos).
6.    Ângulo de visão inferiores: Um monitor LCD, diferente de um monitor CRT, apresenta limitação com relação ao ângulo em que a imagem pode ser vista sem distorção. Isto era mais sensível tempos atrás quando os monitores LCDs eram de tecnologia passiva, mas atualmente apresentam valores melhores em torno de 160º.

Apesar das desvantagens supra mencionadas, a venda de monitores e televisores LCD vem crescendo bastante.
Obrigado pelas visualizações Fernando Henrique Misson

domingo, 31 de março de 2013

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terça-feira, 5 de março de 2013


CASEMOD´S

Não existe um registro de como o casemod surgiu. Na verdade, acredita-se que a necessidade de agregar recursos funcionais de alguns usuários motivou as primeiras modificações estruturais nos gabinetes de computador.

O objetivo inicial destas modificações era melhorar a refrigeração interna dos computadores através de abertura de passagens de ar, adaptação de ventiladores auxiliares na estrutura dos gabinetes e instalação de sistemas de refrigeração à agua

Não obstante, a busca por maior desempenho de placas e componentes desses computadores, a partir da utilização de programas mais exigentes (como jogos, modeladores 3D dentre outros), impulsionou a realização do overclocking, o que, por sua vez, foi tornando cada vez mais necessária a prática do casemod.

Modificações estéticas também tornaram-se bastante comuns. Pinturas personalizadas, painéis de acrílico e luzes coloridas passaram a ser bastante utilizadas pelos aficionados, ou modders como são conhecidos.

Percebendo esta tendência, a indústria passou a produzir linhas de produtos específicos para casemod. Hoje em dia é possível encontrar no comércio especializado peças para computador em cores variadas, gabinetes com janelas transparentes e sistemas de refrigeração de alto-desempenho.

Mas os dois grandes diferenciadores na prática do casemod são, em primeiro lugar, a auto execução - onde o próprio usuário cria e executa o seu projeto, segundo as suas necessidades e senso estético - e a exclusividade - onde cada máquina torna-se assim, uma peça única e diferenciada.

Tipos de casemod

Peripheal mods: Periféricos como teclado, mouse, e caixas de som as vezes são pintados ou até modificados para combinar com o gabinete. Alguns casemodders, querendo fazer o computador mais portátil e conveniente, instalam auto-falantes e pequenas telas de LCD no gabinete.

Case building/Scratch building: Algumas pessoas também constroem seus gabinetes do zero. Alguns fazem disso um trabalho de arte, outros fazem o gabinete parecer algo diferente, como uma caixa de madeira, um galão de gasolina ou até montam ele na parede.

Component modding: Consiste em modificar os componentes do computador. Um exemplo é a recolocação de botões de drives óticos. Também é frequente a combinação com "stealthing", que esconde a visibilidade do drive de cd, com uma placa ou uma baia. Uma modificação de risco envolve instalar janelas no disco rígido. Isto é feito em uma sala limpa, onde a poeira é pouca. Poucas pessoas já fizeram, e o resultado varia. Alguns disco rígidos, incluindo o WD Raptor, agora vêm com uma janela padrão.

Laptop modding: Laptops podem ser modificados tanto quanto um gabinete comum. A maioria dos laptop mods consiste em uma nova pintura ou outros acabamentos. Alguns também preferem gravar ou cortar desenhos no atrás da tela do laptop. Para evitar violação de garantias, adesivos podem ser comprados, e também são fáceis de remover.


Modificação no hardware (overcloking)
Modificação estética (gabinete)



domingo, 3 de março de 2013


TUTORIAL OVERCLOCK

 

1. O que é overclock?

O overclock consiste em fazer determinado chip trabalhar acima da freqüência de fábrica. Vou ensinar aqui como fazê-lo em um processador.

2. Opções na BIOS:

Na BIOS existem várias opções de overclock, e eu vou citar aqui e dar uma breve explicação sobre elas. Lembrando que o nome delas pode variar, dependendo da placa-mãe.

CPU External Frequency: FSB (Front Side Bus). É a velocidade com que o processador conversa com a memória. É basicamente por aqui que fazemos o overclock.

CPU Multipler, CPU Frequency Multipler: multiplicador da CPU. Esse número, multiplicado pelo FSB, resulta no clock da CPU. Ex.: 133 x 12,5 = 1667 MHz (Athlon XP 2000+).

Memory Frequency: divisor das memórias. Geralmente, o modo síncrono (1:1, FSB na mesma freqüência das memórias) é o que oferece mais desempenho e mais estabilidade. Se você tem memórias DDR400 e usa um processador com FSB 266 MHz, elas rodarão também a 266. Você pode setá-las com velocidade maior que a CPU, mas isso quase não trará aumento de velocidade.

Memory Timings: timings da memória. Dessa opção, partem várias sub-opções: CAS Latency, RAS Precharge, RAS to CAS Delay, Active Precharge Delay. Também há outros, como DRAM Idle Time, TRP, TRDRAM, etc. mas esses só estão disponíveis no Athlon 64. Uma diminuição nesses números implica numa maior velocidade do sistema, mas afeta a estabilidade. Em overclock, o ideal é aumentá-los, pois o acréscimo de clock compensa os altos timings.

CPU Vcore:  voltagem da CPU. Quando se aumenta muito a freqüência do processador, é necessário dar um acréscimo na voltagem do core para atingir a estabilidade, o que também implica num aumento da temperatura. Também é possível abaixar o vCore, o que deixa o processador mais frio e, conseqüentemente, aumenta sua vida útil, mas isso só se for para trabalhar em stock (sem over) mesmo.

DDR Reference Voltage:  vDIMM (voltagem das memórias). Ao subir o FSB, o clock das memórias sobe junto (isso no modo 1:1), e também é necessário aumentar sua voltagem para conseguir estabilidade, mas isso só se você ultrapassar a freqüencia de fábrica das memórias: se forem DDR400, só será necessário aumentar o vDIMM se elas passarem de 200 MHz; também pode ser útil em stock, para conseguir timings melhores.

Chip Voltage Control: Vdd (voltagem do chipset). É muito útil em overclocks agressivos, quando se tem um alto FSB.

Também há outras opções, como SB Voltage (voltagem da ponte-sul), HT Multipler (multiplicador do HT), mas estas só estão disponíveis em sistemas com o Athlon 64.

3. Começando...

Antes de fazer um overclock, você deve verificar se está tudo certo com o sistema. Dê uma olhada nas temperaturas e nas voltagens da fonte. Nos Athlons XP, não é recomendado passar de 60ºC e nos Pentium 4, de 50ºC. Em relação às voltagens, não pode haver uma variação maior que 5%, pois, caso contrário, você pode arrastar a sua fonte - junto com todo o sistema - para o lixo.

Para quem não está a fim de fazer contas:

+12V: 11,4v a 12,6v
+5V: 4,75v a 5,25v
+3,3V: 3,14v a 3.46v


Um bom programa para medir isso é o Everest Home Edition. Para quem tem placa-mãe da ASUS, é melhor o ASUS PC Probe.

Lembrando que isso tudo deve ser medido em full load. Para isso, tem o Stress Prime 95.

4. Mãos à obra!

Agora chegou a hora de agir. Reinicie o computador, entre na BIOS (geralmente apertando Del, quando o computador liga) e aumente o FSB. Mas não aumente muito, pois certamente o sistema não irá agüentar; eu recomendo 5 MHz. Volte para o Windows, rode o Stress Prime 95, verificando a estabilidade. Sempre dê uma olhada na temperatura e nas voltagens. E assim por diante, até alguma vez dar erro no Prime 95, o que indicara instabilidade. Quando isso ocorrer, tente dar uma relaxada nos timings da memória. Vá testando a estabilidade, olhando temperatura e voltagens. Também é útil mexer no vDIMM e abaixar o multiplicador (para poder aumentar um pouco o mais FSB). Mexer no vCore também ajuda. Não esqueça do Vdd

Mas não exagere! Quanto mais altas são as voltagens, menos tempo de vida útil os componentes têm: eu não gosto de ultrapassar 0,2v o vCore original do processador. É bom você ter um gabinete bem ventilado, um bom cooler na CPU (pra mexer no vCore), dissipadores nas memos (pra mexer no vDIMM) e até um cooler ativo na ponte-norte (caso mexa no Vdd).

E é isso aí, você tem de ir mexendo no vCore, vDIMM, multiplicador, testando aqui e ali e ver o máximo de over que você consegu

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


Como Nascem os Hackers?

No início dos anos 60, um grupo de programadores do MIT - Massachusetts Instituto
of. Technology (web.mit.edu) se autointitulou hacker em alusão
as suas competências pessoais em lidar com computadores e
sistemas. Neste sentido, o hacker era alguém especialista em
lidar tanto com o software quanto com o hardware, incluindo
os sistemas operacionais. Era alguém que conhecia como
a palma da mão os sistemas de informática da época. Esta
autodenominação era uma forma de auto-reconhecimento
por serem realmente bons no que faziam. Sem falar que a
cultura americana incentiva a autopromoção. Por lá a humildade não é bem
vista. No Brasil ocorre justamente o contrário. Se alguém se diz bom em alguma
coisa é mal visto. Este excesso de humildade pode, de certa forma, atrapalhar o
desenvolvimento humano. Mas este não é o assunto deste livro.
Voltando ao MIT, a situação se complicou quando alguns destes cérebros brilhantes
resolveu ir para o lado negro da força e criar alguns programas com vida própria
para testes: os vermes e vírus. A confusão entre hacker do bem ou do mal (cracker)
começou na década de 80 quando surgiram os primeiros vírus e presenciamos a
criação da Legion of Doom em 1984. Foi lamentável essa confusão entre quem cria e
quem destrói. Por outro lado, ao associar em excesso o “hackerismo” à informática,
fez com que esta palavra fosse associada quase que exclusivamente aos especialistas
em sistemas de informática que usam este conhecimento para cometer algum
ato condenável. Se não houvesse este vínculo com a informática, teríamos hackers
nas várias áreas de atuação humana: o hacker escritor, o hacker médico, o hacker
jornalista, o hacker transformista, etc...
De forma resumida, em um primeiro momento (décadas de 60 e 70), hackers eram
os especialistas em software e hardware. Muitos desses hackers contribuíram para o
atual estado da tecnologia da informação. Como exemplos dos primeiros hackers,
temos gente do quilate de Vinton Cerf (‘pai’ da Net), Tim Berners-Lee (‘pai’ da
Internet), Steve Wozniak (criador do primeiro computador pessoal do mundo), Bill
Joy (criador do Unix) e Linus Torvalds (criador do Linux), entre outros.
Na segunda geração de hackers (iniciada entre as décadas de 80 e 90) começamos a
ter os problemas de vírus e invasão. O hacker passa a ser visto como o PIRATA
DA INFORMÁTICA e tratado como criminoso. O melhor representante desta
geração é o Kevin Mitnick, cuja fama mundial se deve ao excelente trabalho
jornalistíco-para-vender-jornal do The Washington Post. Não custa lembrar que o site
do Mitnick foi pichado, em uma ‘homenagem’ a sua libertação da prisão.
Ainda estamos na segunda geração de hackers, quase entrando na terceira. Não
temos ainda alguém tão famoso quanto os pioneiros.